sábado, maio 30, 2026
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Beatriz Arcoverde, da EBC, ganha categoria do Prêmio Mulheres Raras

A presença da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e do jornalismo público dedicado à inclusão ganhou destaque nacional na cerimônia do Prêmio Mulheres Raras 2026, promovida pelo Instituto Vidas Raras.

A editora Beatriz Arcoverde, da Radioagência Nacional, foi vencedora na categoria Aliada dos Raros, destinada a pessoas sem doença rara que atuam em defesa da causa. Arcoverde atua como editora do podcast VideBula e foi premiada pelo trabalho de dar visibilidade às dificuldades e aos direitos de pessoas com deficiência (PcDs) e com doenças raras.

Duas profissionais da mesma emissora, Patrícia Serrão e Raíssa Saraiva, também se destacaram: ambas, apresentadoras e produtoras do podcast VideBula, figuraram entre as três finalistas da categoria Jornalistas Raras. O desempenho das profissionais consolidou a Radioagência como referência na cobertura das doenças raras no país.

A categoria Jornalistas Raras reconhece profissionais que, além de cobrir a pauta, vivenciam os desafios do diagnóstico, do tratamento e da busca por inclusão, utilizando suas experiências pessoais como ferramenta jornalística e de mobilização social.

Representantes do Instituto Vidas Raras ressaltaram que o prêmio visa fortalecer a representatividade das doenças raras, combater a invisibilidade e ampliar espaços de apoio e visibilidade para quem convive com essas condições.

A edição de 2026 do Prêmio Mulheres Raras homenageou 15 vencedoras e 5 personalidades. Entre as laureadas estavam ativistas, cuidadoras, médicas, pesquisadoras e artistas que transformaram a experiência de viver com uma doença rara em ações de protagonismo e ressignificação.

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