segunda-feira, março 30, 2026
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Jovens de 9 países se reúnem no Rio para curso sobre pesquisa oceânica

De 8 a 12 de janeiro de 2025, jovens pesquisadores de nove países participarão da Escola de Verão promovida pelo Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO). O evento terá como foco a modelagem numérica e análise de dados voltados para a resiliência costeira.

Com uma abordagem interativa, o curso contará com palestras, discussões em grupo e exercícios práticos, além de visitas a laboratórios da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A iniciativa visa proporcionar aos participantes uma compreensão aprofundada dos conceitos-chave de modelagem numérica e suas aplicações para a previsão de processos relacionados às áreas costeiras.

Os participantes, oriundos de diversas áreas como Oceanografia, Matemática e Engenharia, terão a oportunidade de aplicar técnicas práticas, utilizando o Brasil como exemplo para entender a aplicação em diferentes contextos regionais.

Os instrutores da Escola de Verão incluem professores brasileiros e estrangeiros, entre os quais se destaca Nadia Pinardi, da Universidade de Bolonha, reconhecida pelo seu trabalho no Programa CoastPredict. Este programa é voltado para o desenvolvimento de sistemas de alerta precoce que enfrentam os desafios trazidos pelas mudanças climáticas e outros perigos oceânicos.

Durante o curso, especialistas convidados abordarão tópicos relacionados à modelagem avançada e iniciativas focadas em resiliência costeira. Os participantes terão acesso a bancos de dados oceanográficos e atmosféricos para realizar atividades práticas.

A realização da Escola de Verão é uma colaboração entre o INPO e o Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (LAMCE) da UFRJ, com o apoio do CNPq, alinhando-se às atividades do Projeto Okeano, um dos pilares da Aliança Atlântica para Pesquisa e Inovação (AAORIA).

O Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO) é uma entidade social vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), dedicada à pesquisa e desenvolvimento no campo oceânico, contando com uma rede robusta de mais de 1.400 pesquisadores associados a importantes universidades e institutos de pesquisa no Brasil.

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