quinta-feira, março 26, 2026
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Setor de aviação atinge recorde histórico com 11,6 milhões de passageiros em julho

No mês de julho, o setor aéreo brasileiro registrou um marco histórico ao transportar 11,6 milhões de passageiros, englobando tanto o mercado doméstico quanto o internacional. Este número representa a maior movimentação desde o início da série histórica, em 2000.

As informações são provenientes do relatório mensal de demanda e oferta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que compila dados de companhias aéreas brasileiras e estrangeiras, conforme a resolução nº 191/2011 da entidade reguladora.

No setor doméstico, os voos dentro do Brasil transportaram 9 milhões de passageiros em julho, resultando em um crescimento de 5,9% em relação ao mesmo mês do ano passado. A demanda por assentos, avaliada pela multiplicação dos passageiros pagantes pelos quilômetros percorridos, subiu 8,2%, enquanto a oferta de assentos, obtida pela multiplicação de assentos disponíveis por quilômetros voados, aumentou 6,2%.

Já o mercado internacional também atingiu um recorde, com 2,6 milhões de passageiros, apresentando um crescimento de 13,6% em comparação a julho de 2024. A demanda e oferecer de voos internacionais também cresceram 12,2% no período.

Dados recentes da Organização Mundial do Turismo posicionam o Brasil como um dos principais destinos turísticos na América. Em 2024, o país ficou em quinto lugar entre os destinos das Américas que mais atraem visitantes estrangeiros, superando a Argentina. Os Estados Unidos, México, Canadá e República Dominicana ocupam as posições anteriores. No ano passado, o Brasil recebeu 6,8 milhões de turistas internacionais.

Em relação à movimentação de cargas, o transporte doméstico totalizou 39,1 mil toneladas, apresentando uma queda de 3,8% em comparação a julho do ano anterior. A movimentação internacional de cargas, por outro lado, ficou em 76 mil toneladas, um crescimento de 0,8% em relação ao mesmo período. No total, foram processadas 115,1 mil toneladas de carga, resultando em uma variação negativa de 0,8% em comparação a julho de 2024.

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