No dia 1º de junho Marilyn Monroe completaria 100 anos. Para marcar a data, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo exibe a “Mostra Marilyn Monroe 100 anos”, com doze filmes da atriz.
Reconhecida internacionalmente como ícone da cultura pop e associada ao estereótipo da “loira fatal”, Monroe ficou famosa por cenas como a do vestido branco esvoaçante sobre a grade do metrô em O Pecado Mora ao Lado. Sua carreira no cinema durou cerca de 15 anos, entre o primeiro papel e o último filme, que não chegou a ser concluído. A atriz morreu aos 36 anos, em agosto de 1962, por overdose de medicamentos.
Nascida Norma Jeane Mortenson, em Los Angeles, Monroe passou a infância entre orfanatos e lares adotivos. Iniciou a carreira como modelo e adotou o nome artístico Marilyn Monroe.
Além de sucessos populares — como Os Homens Preferem as Loiras, Quanto Mais Quente Melhor e O Pecado Mora ao Lado —, ela buscou ampliar o controle sobre sua trajetória profissional. Em 1954, tornou-se uma das primeiras atrizes a criar uma produtora cinematográfica própria.
A curadoria da mostra, assinada por André Sturm, valorizou trabalhos menos conhecidos da filmografia. Entre os títulos selecionados estão o primeiro papel com fala, Idade Perigosa, o primeiro papel de protagonista, Mentira Salvadora, o drama noir de Fritz Lang Só a Mulher Peca, O Rio das Almas Perdidas, de Otto Preminger, e dois longas dirigidos por John Huston: O Segredo das Joias e Os Desajustados.
Quem visitar a exposição também poderá ver, pela primeira vez ao público em grande parte, imagens da última sessão fotográfica de Marilyn. As fotos foram feitas pelo fotógrafo Allan Grant para a revista Life, na casa da atriz, e muitas não foram publicadas na época.
A mostra fica em cartaz até domingo (7). Os ingressos custam entre R$ 3 e R$ 6. Informações sobre a programação estão disponíveis no site do MIS.
Também permanece como referência cultural a serigrafia “Marilyn”, do artista Andy Warhol.



