Professores de escolas particulares do Rio de Janeiro realizaram uma paralisação de 24 horas nesta quarta-feira (2). A mobilização foi organizada pelo Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio) e incluiu um ato no Largo do Machado, no Catete, zona sul da capital.
Segundo o sindicato, mais de mil profissionais participaram da greve. A decisão foi aprovada em assembleia no último sábado (29), após negociações sem acordo entre a categoria e os representantes das instituições de ensino.
Entre as principais reivindicações estão um reajuste salarial de, no mínimo, 5,5%, o pagamento pelas horas destinadas a atividades pedagógicas fora da sala de aula e gratificação por aprimoramento acadêmico.
A pauta também prevê a equiparação dos salários de profissionais da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio.
O Sinpro-Rio afirma que professores têm acumulado tarefas extraclasse, como correção de trabalhos, preparação e adaptação de materiais, uso de plataformas digitais e atividades virtuais, especialmente desde a pandemia.
Procurado, o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Rio de Janeiro (SinepeRio) não se manifestou sobre a paralisação.



