sexta-feira, abril 17, 2026
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Prefeitura inspeciona 1.593 imóveis em apenas um dia no combate à chikungunya

Os trabalhos desta quinta-feira se concentraram nos bairros Santa Maria, Santa Hermínia, Jardim Maracanã, Monte Sião, Jardim Canaã 1, Monte Líbano, Piratininga, Jardim Pelicano e imediações, onde o Centro de Controle de Zoonoses encontrou 194 imóveis fechados e emitiu 559 notificações

A Prefeitura de Dourados vistoriou 1.593 residências nesta quinta-feira (16) em busca de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor de chikungunya, dengue e zika. Foram encontrados 194 imóveis fechados; o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) notificou os proprietários para limpeza e liberação do acesso aos agentes. As ações são coordenadas diariamente pelo Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), criado pelo prefeito para organizar o enfrentamento à chikungunya.

Setenta e um agentes de combate às endemias participaram das vistorias. Foram identificados 13 focos do mosquito e emitidas 26 notificações. Equipes fizeram tratamento químico em 72 depósitos com potencial para reprodução do Aedes aegypti. As operações concentraram-se nos bairros Santa Maria, Santa Hermínia, Jardim Maracanã, Monte Sião, Jardim Canaã 1, Monte Líbano, Piratininga, Pelicano e áreas adjacentes.

Em outra frente, o CCZ aplicou larvicida com o veículo Leco em 293 quarteirões, incluindo Monte Sião, Parque das Nações I, Parque dos Coqueiros, Panambi Verá, Jardim Márcia, Parque Nova Dourados, Izidro Pedroso, Moradas Dourados e Novo Horizonte. Foram abertas 18 ordens de serviço e atendidas 42. Com as ações do dia, a previsão é de geração de 559 notificações e 85 multas.

No âmbito de saúde, as equipes que atuam na Reserva Indígena, coordenadas pela Força Nacional do SUS, intensificaram atendimentos. O Hospital Indígena Porta da Esperança (Missão Caiuá) registrou 54 atendimentos de residentes da Aldeia Bororó, 32 da Aldeia Jaguapiru e 3 do Assentamento Nhuvera. Do total atendido no hospital, 49 apresentaram sintomas compatíveis com chikungunya.

Na Aldeia Bororó, a Equipe 1 realizou 51 atendimentos, com 17 casos com sinais de chikungunya, e coletou 15 amostras para exame PCR. A Equipe 2 realizou 27 atendimentos, sendo 10 com sintomas da doença. A equipe volante atuou na Aldeia Panambizinho e realizou 15 atendimentos, sem registros de sintomas de chikungunya.

Na Aldeia Jaguapiru, a Equipe 1 realizou 18 atendimentos e identificou 8 pacientes com chikungunya em fase aguda, havendo remoção de um para o Hospital Indígena Porta da Esperança. A Equipe 2 fez 38 atendimentos, com 13 pacientes sintomáticos, e também realizou uma remoção para o hospital.

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