A sede do Projeto de Assentamento (PA) Angélica recebeu nesta sexta-feira (27) a inauguração da Agroindústria Coletiva do Assentamento Angélica. O empreendimento resulta de uma parceria entre a Associação de Mulheres do Assentamento Angélica (AMU), a Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer) e a Prefeitura Municipal, com objetivo de fortalecer a agricultura familiar e impulsionar o desenvolvimento local.
A AMU iniciou as atividades em 26 de novembro de 2024 e reúne atualmente 18 famílias. O coletivo trabalha com hortaliças minimamente processadas, produtos panificados e doces, comercializados em feiras locais e por meio de programas de compras públicas.
Para viabilizar a agroindústria, a Prefeitura de Angélica promoveu adequações sanitárias. Os equipamentos foram adquiridos com recursos do próprio município, provenientes de ações sociais e de projetos financiados pelo Fundo Social da Fundação Sicredi.
O escritório municipal da Agraer em Angélica acompanhou o grupo desde a mobilização inicial até a organização da associação, regularização documental, elaboração de projetos produtivos e definição de estratégias de comercialização. A atuação integrou iniciativas da Chamada Anater (2023/25), incluindo projeto de beneficiamento financiado pela Fundação Sicredi. A equipe técnica também preparou propostas para inserção nos programas PNAE e PAA, com vistas ao acesso a mercados institucionais.
A Agraer informou ter comprometido a cessão de um veículo usado em bom estado para apoiar a logística e o escoamento da produção, facilitando o transporte até feiras em Ivinhema e municípios vizinhos.
O processo contou com serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) que acompanharam as etapas desde a produção até a comercialização. Espera-se que a agroindústria agregue valor aos produtos, amplie canais de venda e contribua para a geração de renda e autonomia das famílias do assentamento.
Fonte: Agraer.



