O governo de São Paulo divulgou um balanço nesta segunda-feira (6) que apontou 14 casos confirmados de intoxicação por metanol no estado, com registro de duas mortes. Além disso, 178 casos estão sendo investigados, incluindo a ocorrência de sete óbitos potenciais.
Recentemente, a polícia prendeu 20 pessoas, entre as quais se encontra o principal fornecedor de insumos para a falsificação de bebidas. Desde o início do ano, 41 pessoas foram detidas sob a acusação de adulteração de bebidas alcoólicas.
As investigações da Polícia Civil estão focadas na contaminação por metanol, utilizado na limpeza de garrafas reutilizadas, além do uso desse produto para aumentar o volume de bebidas falsificadas.
O governo informou que as prisões não apresentam relação entre si ou com organizações criminosas. A análise é de que não há indícios de envolvimento de facções nesse tipo de crime.
O secretário de Saúde, Eleuses Paiva, comunicou que foram adquiridas 2,5 mil ampolas de álcool etílico absoluto para o tratamento de pacientes intoxicados por metanol, que já estão sendo distribuídas em 20 hospitais de referência no estado.



