No dia 10 de outubro, a Global Sumud Flotilla (GSF) anunciou que um de seus barcos foi atacado por um drone em um porto da Tunísia. Este incidente marca o segundo ataque em apenas dois dias, enquanto a flotilha tenta enviar suprimentos humanitários a Gaza, que está sob bloqueio naval israelense.
A GSF informou que, apesar do ataque, todos os passageiros e membros da tripulação não se feriram. O primeiro ataque ocorreu em 9 de outubro, quando uma de suas embarcações foi atingida em águas próximas ao porto de Sidi Bou Said, mas as autoridades tunisianas contestaram essa alegação como falsa.
Até o momento, não houve resposta da Guarda Costeira da Tunísia a solicitações de comentários. Um dos organizadores da flotilha atribuiu a responsabilidade do ataque a Israel, alegando que o país está infringindo normas internacionais.
A flotilha divulgou um vídeo nas redes sociais que supostamente mostra o momento do ataque, com um objeto luminoso colidindo com o barco e iniciando um incêndio. No entanto, a Reuters não conseguiu confirmar a veracidade do material. Após o incidente, houve uma mobilização de várias pessoas no local, que agitaram bandeiras palestinas em protesto.
O barco britânico Alma, que foi atingido, sofreu danos significativos, especialmente em seu convés superior, e uma investigação sobre o ocorrido está em andamento. Várias ambulâncias foram enviadas para o porto, e testemunhas relataram a presença de barcos da guarda costeira próximos ao local do incidente.
A flotilha conta com o apoio de representantes de 44 países, incluindo figuras conhecidas como a ativista sueca Greta Thunberg e a política portuguesa Mariana Mortágua.



