quarta-feira, março 25, 2026
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Rússia desconsidera avisos de Trump e realiza ataque na Ucrânia com 20 mortes confirmadas

Poucas horas após o presidente dos Estados Unidos afirmar que intensificaria a pressão sobre Moscou para acelerar um cessar-fogo na Ucrânia, a Rússia lançou novos ataques contra o país, resultando na morte de 20 pessoas.

Os bombardeios ocorreram em diversas localidades, incluindo uma prisão em Zaporizhzhia, onde 16 pessoas morreram e 35 ficaram feridas. O chefe da administração presidencial ucraniana, Andriï Iermak, classificou este incidente como um crime de guerra e pediu por sanções mais severas contra a Rússia.

Iermak destacou que o regime de Putin precisa enfrentar repercussões econômicas e militares que o impeçam de continuar o conflito. Informações do governador Ivan Fedorov relataram a destruição de prédios da penitenciária e danos a residências nas proximidades.

Desde o início da guerra em fevereiro de 2022, a região de Zaporizhzhia tem sido alvo de frequentes ataques russos. Moscou anunciou a anexação de partes desse território, uma ação contestada pela Ucrânia e seus aliados.

Outros bombardeios na região de Dnipropetrovsko resultaram em pelo menos quatro mortes e oito feridos, segundo o chefe da administração regional, Sergiï Lysak. Os ataques, que usaram drones explosivos e bombas guiadas, atingiram as comunidades de Mezhyivska, Dubovykivska e Slovianska.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky confirmou que, ao todo, 22 pessoas foram mortas nesses ataques, tornando-os um dos mais letais em meses. Ele mencionou que um ataque em um hospital na cidade de Kamianske resultou na morte de três pessoas, incluindo uma mulher grávida de 23 anos. Zelensky afirmou que o ataque à prisão foi intencional.

Antes dos ataques, Zelensky expressou otimismo sobre a pressão que os EUA poderiam exercer e agradeceu ao presidente norte-americano por suas declarações, que, segundo ele, chegam em um momento crucial para a possibilidade de paz.

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