Com apoio da Prefeitura e da Diocese de Dourados, a Associação Humanitária Universitários em Defesa da Vida — Missão Univida — realizará, entre 20 e 25 de julho, uma força-tarefa de atendimentos gratuitos na Reserva Indígena de Dourados.
Cerca de 400 voluntários participarão da ação, entre profissionais de saúde, trabalhadores de assistência social e universitários de 19 instituições de ensino superior de diversas regiões do país.
Durante a semana serão oferecidos serviços médicos, odontológicos e sociais. A programação inclui também produção e distribuição de alimentos e atividades recreativas para as famílias indígenas. A iniciativa visa ampliar o acesso a serviços essenciais nas aldeias Jaguapiru e Bororó, além de atender comunidades em retomadas e acampamentos indígenas.
Na manhã desta segunda-feira (25) houve reunião no gabinete do prefeito Marçal Filho para alinhar os detalhes da operação. Participaram do encontro o diácono Erismar Pitarello e a secretária municipal de Assistência Social, Shirley Flores Zarpelon.
A Secretaria Municipal de Assistência Social integrará a mobilização com atendimentos do Cadastro Único (CadÚnico) e serviços oferecidos pelos Centros de Referência de Assistência Social (Cras). Outras pastas municipais também devem colaborar, ampliando o escopo dos atendimentos durante a semana.
A Missão Univida, com sede no interior de São Paulo, foi criada em 2012 pelo padre Eduardo Lima, da Diocese de Jales (SP). A associação organiza ações humanitárias voltadas a populações em situação de vulnerabilidade, com atuação recorrente na Reserva Indígena de Dourados e em áreas da Amazônia.
O principal ponto de atendimento será a Escola Municipal Tengatui Marangatu, na aldeia Jaguapiru. Ao todo, a operação prevê 15 pontos de apoio distribuídos pela reserva e por acampamentos. As escolas Agostinho e Araporã, em áreas mais afastadas, também devem concentrar grande movimento de atendimentos.



