quinta-feira, março 26, 2026
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Caravina pede ampliação dos pontos de atendimento do Programa Mais Social em Campo Grande

O deputado estadual Pedro Caravina apresentou, nesta quarta-feira (2), uma proposta na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, direcionada ao Governo do Estado e à Secretaria de Assistência Social e dos Direitos Humanos. O objetivo é expandir os pontos de atendimento do Programa Mais Social em Campo Grande, que abriga cerca de um terço da população do estado.

Atualmente, a capital possui apenas um posto de atendimento, situado na Vila Sobrinho. Essa única unidade tem se mostrado insuficiente para atender adequadamente o grande número de famílias em situação de vulnerabilidade social. O deslocamento até esse local representa um desafio significativo para muitos beneficiários, especialmente aqueles que residem em áreas periféricas e distantes, como os bairros Noroeste, Rosa Pedrossian e Homex.

Caravina enfatizou a necessidade de criar mais pontos de atendimento em Campo Grande, uma cidade com quase um milhão de habitantes, de modo a facilitar o acesso para os cidadãos que dependem do programa, fundamental para muitos.

A proposta visa garantir que o programa, que já atua em todos os municípios do estado, também seja mais acessível na capital. A estrutura limitante atual prejudica o acesso daqueles que mais necessitam.

Ele também argumentou que a expansão dos pontos de atendimento pode ser feita sem custos adicionais ao estado. A ideia é utilizar espaços públicos já existentes, como unidades do Programa Fácil e salas de escolas estaduais, evitando assim a necessidade de novas contratações e aluguel de prédios.

A proposta prioriza áreas mais carentes e de alta densidade populacional em situação de vulnerabilidade, promovendo maior agilidade nos serviços e diminuindo as dificuldades financeiras relacionadas ao deslocamento dos beneficiários.

A sugestão foi encaminhada ao governador Eduardo Riedel e à secretária Patrícia Cozzolini, responsável pela pasta de Assistência Social e Direitos Humanos. A demanda por essa mudança foi percebida em diálogos com lideranças comunitárias e moradores, que relataram as dificuldades enfrentadas devido à limitação geográfica do serviço.

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