O laudo do Instituto Médico Legal (IML) sobre o corpo da policial militar Gisele Alves Santana, encontrada morta em 18 de fevereiro em São Paulo, apontou lesões na face e na região cervical.
A perícia, realizada após a exumação do corpo na sexta-feira (6), registrou lesões contundentes por pressão digital e escoriações compatíveis com arranhões e marcas de unhas. Gisele foi localizada com um disparo na cabeça no apartamento onde morava com o marido, o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite.
O registro policial inicial classificou a morte como hipótese de suicídio. Posteriormente, a investigação foi reaberta e passou a tramitar como caso de morte suspeita.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que a autoridade policial aguarda os laudos relacionados à reconstituição e à exumação do corpo, e que os detalhes do processo estão preservados em razão do sigilo judicial.
A defesa do tenente-coronel Geraldo Leite foi procurada, mas não se manifestou até o fechamento da reportagem.



