A família de Juliana Marins, turista brasileira encontrada morta em uma cratera do Monte Rinjani, na Indonésia, manifestou-se nas redes sociais, acusando a equipe de resgate de falhas na operação. Eles acreditam que, se os socorristas tivessem chegado ao local dentro de um período estimado de sete horas, Juliana poderia ter sobrevivido.
A mulher, que estava fazendo uma trilha nas bordas do vulcão, caiu na cratera durante a manhã do último sábado (21). A Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (Basarnas) informou que o resgate foi dificultado por condições climáticas adversas, terreno acidentado e desafios logísticos.
Somente na terça-feira (24), um membro da equipe de resgate conseguiu alcançar o local onde Juliana estava, mas infelizmente a jovem já havia falecido. O corpo foi recuperado na manhã desta quarta-feira.
A Basarnas também compartilhou nas redes sociais imagens da recuperação do corpo de Juliana. Em contraponto às críticas da família, a agência destacou mensagens de apoio de moradores locais que defendem o trabalho dos resgatadores. Alguns usuários alegaram que a narrativa de incompetência da equipe é distorcida e ressaltaram as dificuldades enfrentadas em áreas com terreno irregular e condições climáticas desafiadoras.



