domingo, março 29, 2026
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SES realiza treinamento para ampliar armadilhas de monitoramento do Aedes aegypti e albopictus

**I Encontro Estadual de MS – Soluções Entomológicas Acontecerá em Ponta Porã**

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul organiza, entre os dias 28 e 30 de julho de 2025, o I Encontro Estadual de MS – Soluções Entomológicas: Ovitrampas. O evento será realizado no Auditório Municipal de Ponta Porã, das 7h30 às 17h30, reunindo especialistas em saúde pública para discutir estratégias de vigilância e controle de mosquitos transmissores de arboviroses como dengue, zika e chikungunya.

O foco central do encontro será o uso de ovitrampas, que são armadilhas simples e eficazes para a coleta de ovos das espécies **Aedes aegypti** e **Aedes albopictus**. Essa técnica se destaca na identificação de áreas críticas, possibilitando um combate mais eficaz. Atualmente, essa estratégia já está sendo implementada em diversas regiões do estado.

O coordenador estadual de Controle de Vetores da SES destacou a importância da ampliação do uso dessas ferramentas na saúde pública, ressaltando a importância das ovitrampas na melhoria da resposta contra esses vetores.

**Capacitação e Força-Tarefa Contra o Vetor**

O encontro faz parte de um conjunto de iniciativas da SES para fortalecer a vigilância entomológica em Mato Grosso do Sul. Técnicos municipais têm recebido capacitação para a instalação das ovitrampas e a análise dos dados coletados, contribuindo para o combate ao mosquito tanto em áreas urbanas quanto rurais.

A programação inclui palestras, oficinas práticas e a apresentação de experiências bem-sucedidas de municípios que já utilizam essa metodologia. O objetivo é aumentar a adesão ao uso das ovitrampas e consolidar políticas públicas sustentáveis de controle vetorial em todo o estado. Além da SES, participarão do evento a Fiocruz e o Ministério da Saúde.

**A Armadilha Ovitrampa: Praticidade e Eficiência**

A ovitrampa é um método prático e econômico para a detecção de mosquitos, facilitando o monitoramento da densidade populacional em áreas ou municípios infestados. A armadilha é composta por um recipiente plástico preto de 1 litro e uma palheta de madeira voltada para o interior. Para seu funcionamento, são utilizados 300 ml de água e 1 ml de levedo de cerveja como atrativo para estimular a oviposição.

Essas armadilhas são fundamentais para identificar áreas vulneráveis e monitorar a dispersão do Aedes aegypti e Aedes albopictus, auxiliando nas ações de controle vetorial.

Para mais informações sobre como participar do evento, a inscrição pode ser realizada através do site oficial da SES.

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