**Candidatos ao Concurso Público Nacional Unificado buscam novas oportunidades no Distrito Federal**
O Distrito Federal representa aproximadamente 80% das inscrições para a segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2025), que oferece 3.652 vagas. O certame atrai tanto servidores já empregados em busca de melhores posições quanto novos candidatos.
Dentre os fatores que motivam os inscritos, destacam-se os salários elevados e a jornada de trabalho mais atraente. Além disso, a chance de converter cargos temporários em efetivos é um incentivo adicional para muitos.
A arqueóloga Lívia Blandina, de 40 anos, ocupa atualmente um cargo temporário no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Ela chegou com antecedência ao local de prova do Bloco Temático 2 (Cultura e Educação) e afirmou ter se preparado intensamente desde julho, destacando a dificuldade com conteúdos de estatística exigidos na avaliação.
Por outro lado, a professora Rosana Silva, 42 anos, atuando há 12 anos na rede pública do DF, também se inscreveu para o CNU, buscando uma posição no Bloco 5 (Administração). Ela mencionou a falta de perspectivas de avanço na carreira e a sobrecarga de trabalho como razões para sua participação. Apesar da formação avançada, expressou descontentamento com a valorização profissional enfrentada na educação.
A segunda etapa do CNU também atrai novos formados, como o advogado Fabiano Schelb, de 32 anos, que almeja uma vaga no Poder Executivo. Ele acredita que seu conhecimento em direito o favorece, mas reconhece as dificuldades enfrentadas em provas de matemática, que o surpreenderam na edição anterior do concurso.
Com a diversidade de candidatos e perfis, a competição promete ser acirrada, refletindo as aspirações e os desafios que permeiam a busca por estabilidade e crescimento profissional no serviço público.



