Um assassinato brutal que evidencia a crescente violência no Brasil foi registrado na noite de segunda-feira (15), quando o ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes foi perseguido e executado em Praia Grande, no litoral paulista. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, manifestou preocupação com o caso e contatou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, para expressar solidariedade à família de Fontes.
Lewandowski informou que a Polícia Federal e a polícia científica foram acionadas para colaborar nas investigações. Ele destacou que as medidas necessárias estão sendo tomadas, embora a apuração formal recaia sobre o governo estadual.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, também se pronunciou sobre o assassinato. Ele afirmou que várias hipóteses estão sendo consideradas, incluindo a possibilidade de retaliação por parte do crime organizado, dada a reputação de Fontes no combate à criminalidade.
Atualmente, Ruy Fontes ocupava o cargo de secretário municipal de Administração em Praia Grande. O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo manifestou sua indignação e tristeza diante desse crime cruel, refletindo a preocupação geral com a segurança no Estado.



