segunda-feira, março 30, 2026
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O Último Azul: Uma Reflexão sobre Etarismo no Cinema

**Cinema brasileiro aborda envelhecimento em “O Último Azul”**

Um novo filme brasileiro, intitulado “O Último Azul”, retrata a história de Tereza, uma mulher de 77 anos que se vê forçada a deixar sua casa para viver em uma colônia de idosos. Antes da mudança, ela decide embarcar em uma jornada pelos rios da região amazônica, buscando realizar seus últimos desejos.

Com direção de Gabriel Mascaro, a obra explora temas relevantes sobre o envelhecimento em um contexto distópico. O cineasta enfatiza a vontade de representar a mulher idosa que ainda tem sonhos e vive intensamente, desafiando a imagem tradicional associada à velhice.

Denise Weinberg, que interpreta a protagonista, destaca uma nova perspectiva sobre o envelhecimento, enfatizando que essa fase da vida pode ser plena e enriquecedora. O filme ainda conta com a participação de atores como Rodrigo Santoro e Adanilo.

Até agora, “O Último Azul” recebeu vários prêmios em festivais internacionais, incluindo o Urso de Prata no Festival de Berlim e o prêmio de Melhor Filme de Ficção Ibero-Americano no Festival Internacional de Cinema de Guadalajara, onde Denise foi reconhecida pela sua atuação.

Ivana Bentes, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, comenta que o cinema nacional tem um papel fundamental na redescoberta do Brasil, abordando temas e personagens que refletem a profunda realidade do país. Ela acredita que a linguagem cinematográfica é essencial para sensibilizar o público sobre questões sociais.

O filme estreou recentemente em todo o Brasil e, até o dia 3 de setembro, oferece ingressos a preços populares, como parte da Semana do Cinema.

Colaboração: Anna Karina de Carvalho, repórter da Agência Brasil.

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