A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou que a partir de 1º de setembro, os planos de saúde privados devem incluir a cobertura do implante contraceptivo hormonal, conhecido como implanon. Este método, que também foi recentemente aprovado para o Sistema Único de Saúde (SUS), é valorizado por sua alta eficácia e por ter uma duração de até três anos.
Além disso, a ANS ratificou, em reunião realizada em 8 de agosto, a inclusão da Radioterapia de Intensidade Modulada (IMRT) na lista de procedimentos obrigatórios, voltada para o tratamento de adultos com tumores anal. A obrigatoriedade para esse procedimento também inicia em 1º de setembro.
Por outro lado, o transplante de membrana amniótica, destinado ao tratamento de queimaduras, teve sua inclusão adiada. A decisão foi tomada devido à necessidade de ajustes no Sistema Nacional de Transplantes, nos bancos de tecidos, e na atualização do regulamento técnico e das diretrizes por parte do Ministério da Saúde.



