No domingo (11), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou mensagens na rede social Truth Social em que ameaçou Cuba e anunciou o fim do fornecimento de petróleo venezuelano à ilha.
Trump afirmou que Cuba recebia grandes quantidades de petróleo e recursos da Venezuela em troca de serviços de segurança a líderes venezuelanos. Nas postagens, ele também alegou que a maioria dos seguranças cubanos de Nicolás Maduro foi morta durante a operação que prendeu o presidente venezuelano em 3 de janeiro.
A Venezuela vinha sendo o maior fornecedor de petróleo a Cuba, mas o envio de combustíveis sofreu um corte abrupto após a operação de 3 de janeiro, segundo as informações divulgadas.
O presidente norte-americano ainda dirigiu um aviso ao governo cubano, sugerindo que o país buscasse um acordo. As declarações de Trump foram publicadas no mesmo canal onde costuma divulgar posicionamentos políticos.
Em resposta, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, publicou uma reação em suas redes sociais. No post, Díaz-Canel criticou as acusações e abordou a situação política e econômica entre os dois países.
O episódio intensifica a tensão entre Estados Unidos, Cuba e Venezuela, em um momento marcado por confrontos diplomáticos e relatos de operações militares envolvendo autoridades venezuelanas.



