O Ministério da Saúde registra aumento na cobertura vacinal dos 16 imunizantes obrigatórios desde 2023, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (15).
O ministério e a Advocacia-Geral da União (AGU) vêm atuando em ações judiciais contra a divulgação de notícias falsas sobre vacinas, em casos que envolvem, inclusive, profissionais de saúde e a comercialização de cursos antivacinação.
No último sábado (13), o estado de São Paulo confirmou o segundo caso de sarampo em 2025, em um homem não vacinado que havia viajado para o exterior. Todos os 36 registros da doença no país neste ano foram classificados como importados, sem sinais de circulação autóctone do vírus. Com isso, o Brasil mantém o certificado de eliminação do sarampo, retomado após a crise de 2019, quando foram notificados 21,7 mil casos.
O Ministério projeta que 2025 encerrará com cobertura vacinal superior à registrada em 2024. No ano passado, houve aumento de 180% no número de municípios que alcançaram a meta de 95% de imunização do calendário essencial.
Em relação à dengue, está previsto o início da vacinação de profissionais de saúde com o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan e registrado pela Anvisa no dia 8. A aplicação deve começar até o fim de janeiro de 2026 e se estender por fevereiro e março, como estratégia para proteger trabalhadores da saúde antes do período de maior incidência da doença.
As cidades de Botucatu (SP) e Maranguape (CE) foram selecionadas para ações de aceleração da vacinação contra a dengue. Essas intervenções fazem parte da preparação para um plano nacional que será implementado quando a produção da vacina for ampliada para atender à população em geral.
O ministro Alexandre Padilha participou do Programa Bom Dia, Ministro, do CanalGov, na manhã desta segunda-feira.



