segunda-feira, março 30, 2026
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Pix atinge cinco anos e se aproxima de R$ 30 trilhões em movimentações anuais

**Pix Completa Cinco Anos Como Principal Forma de Pagamento no Brasil**

Neste domingo, 16 de novembro, o sistema de pagamentos Pix completa cinco anos, consolidando-se como uma das principais opções para transações financeiras no Brasil. Criado pelo Banco Central, o serviço foi lançado em novembro de 2020 e movimentou cerca de R$ 26,4 trilhões no ano passado, um montante que corresponde a quase duas vezes o produto interno bruto (PIB) projetado para 2024.

Até outubro deste ano, o volume de transações realizadas por meio do Pix alcançou R$ 28 trilhões, segundo dados do Banco Central.

O lançamento do Pix teve como objetivo principal facilitar transferências instantâneas entre indivíduos. Desde sua criação, foram adicionadas novas funcionalidades, como o Pix Cobrança, que atua como um substituto para boletos, e o Pix Automático, akin ao débito automático.

Atualmente, 170 milhões de adultos e mais de 20 milhões de empresas utilizam o sistema, que conseguiu incluir uma parcela significativa da população no sistema bancário.

As discussões para a implementação do Pix começaram oficialmente em 2016, com os requisitos essenciais revelados em 2018. Em agosto de 2019, o Banco Central anunciou a finalização da base de dados e a gestão do sistema de pagamentos instantâneos, que recebeu o nome Pix em fevereiro de 2020.

O sistema foi testado a partir de 3 de novembro de 2020, permitindo que de 1% a 5% dos clientes de bancos experimentassem a nova plataforma em horários especiais. O lançamento completo, que possibilitou o uso 24 horas por dia para todos os usuários que cadastrassem chaves Pix, ocorreu duas semanas depois, em 16 de novembro de 2020.

Recentemente, o Pix também se tornou objeto de interesse internacional. Dentre os desdobramentos das medidas do governo dos EUA em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro, uma investigação foi iniciada, questionando se o Pix poderia impactar negativamente empresas financeiras dos Estados Unidos. Em resposta, o Brasil reiterou que o sistema busca garantir a segurança do mercado financeiro, sem discriminação de empresas estrangeiras.

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